Como a Neuropsicopedagogia e a Neurometria ajudam a preservar a cognição em pacientes com Parkins
- Juciely Neves
- 7 de abr.
- 1 min de leitura

Você sabia que a Neuropsicopedagogia, aliada à Neurometria, pode ser uma importante ferramenta na redução dos danos cognitivos causados pela Doença de Parkinson?
O Parkinson é uma condição neurodegenerativa progressiva que, além dos sintomas motores, compromete significativamente funções cognitivas como atenção, memória, linguagem e funções executivas.
É aqui que a Neuropsicopedagogia entra em ação.
Com intervenções que estimulam áreas específicas do cérebro, é possível fortalecer redes neurais ainda preservadas e ajudar a reorganizar a aprendizagem e o funcionamento cognitivo. O foco é potencializar as habilidades que ainda estão ativas e propor estratégias compensatórias para aquelas já afetadas.
E com o suporte da Neurometria, esse trabalho ganha ainda mais precisão.
Por meio de mapeamento cerebral e análise da atividade elétrica do cérebro, conseguimos identificar áreas com disfunções e acompanhar a evolução do tratamento de forma personalizada e objetiva.
Essa combinação permite criar planos de intervenção mais eficazes, respeitando as necessidades e o ritmo de cada paciente.
Cuidar do cérebro é investir em qualidade de vida.
A Neuropsicopedagogia e a Neurometria não curam o Parkinson, mas ajudam a manter a autonomia, a autoestima e a funcionalidade cognitiva por mais tempo.
Se você conhece alguém que convive com o Parkinson, compartilhe essa informação. A intervenção precoce pode fazer toda a diferença!
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