A Ciência da Amizade: Como Relações Sociais Fortalecem o Cérebro e Aumentam a Longevidade
- Juciely Neves
- 20 de jul.
- 1 min de leitura

Você sabia que manter relações sociais de qualidade pode ser tão importante para o cérebro quanto uma boa alimentação ou uma boa noite de sono? Estudos recentes revelam que a amizade ativa áreas-chave do cérebro, como o córtex pré-frontal, a amígdala e o sistema de recompensa dopaminérgico, responsáveis por funções essenciais como tomada de decisão, controle emocional e motivação.
Quando cultivamos conexões saudáveis, nosso cérebro libera neurotransmissores ligados ao bem-estar, reduzindo o estresse e fortalecendo a saúde mental. Além disso, amizades de qualidade estão associadas a uma maior resiliência emocional, melhor desempenho cognitivo e até mesmo longevidade.
O que a ciência diz sobre isso?
Holt-Lunstad et al. (2010) mostraram que pessoas com laços sociais fortes têm menor risco de mortalidade, comparado a quem vive isolado.
Frith & Frith (2006) destacaram que interações sociais estimulam áreas cerebrais ligadas à empatia e ao entendimento das emoções alheias.
Berkman & Glass (2000) evidenciaram que redes sociais sólidas atuam como fator protetivo contra doenças físicas e psicológicas.
Investir em amizades e em momentos de conexão genuína não é apenas uma questão emocional, mas também uma poderosa estratégia para manter o cérebro ativo, saudável e feliz.
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